Micro Empresa
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As dificuldades de criação de um plano de inovação para as micro- empresas brasileiras se deve a problemas com a implementação. Numa visão geral, as políticas dos países latinos supõem que o mercado distribui de maneira eficiente seus recursos, sendo o Estado só necessário em caso de falências. Desta maneira essas políticas tentam alcançar todas as empresas, não privilegiando nenhuma delas. Porém esta prática não é neutra, pois as empresas diferem de modo considerável com relação as oportunidades na área de tecnologia, com relação à dinâmica empresarial e inserção internacional e responderão de modo diferenciado às políticas.
Sendo assim, políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico em nosso país são passivos, não observando a característica de cada empresa e reforçando setores que não necessitam de benefícios. As micro empresas recebem apoio nos setores de deficiência de informação e crédito, sendo que ultimamente as ofertas de créditos são as mais apresentadas. O Bndes modificou exigências nos seus empréstimos de até quinhentos mil reais às empresas, aceitando a utilização de bens pessoais como garantia. Também o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste, o Banco da Amazônia e a Caixa Econômica Federal estabeleceram parcerias através do Sebrae, oferecendo oito bilhões no ano de 2000.
Estes programas visam não só fornecer recursos, mas capacitar as empresas e prestar assessoria de maneira integrada. A Finep lançou um fundo de investimento com o objetivo de chamar capitais de risco para as micro empresas, que somam cinco mil no Brasil. A própria natureza das micro- empresas torna difícil a criação de políticas apropriadas, pois sua definição varia muito de país a país.
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