Pequenas Médias Empresas
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Analistas econômicos há muito tempo vem observando as pequenas e medias empresas no Brasil por causa de sua capacidade de gerar renda e empregos. Elas são muito valorizadas por se adaptarem às necessidades de mercado com rapidez e eficiência. Desta maneira, políticas voltadas para estas empresas podem estimular o crescimento e a competitividade no país. No entanto, como essas empresas são muito heterogêneas, é difícil criar uma política de inovação única com relação a elas. Discussões referentes a estas possibilidades estão sendo feitas e análises das dificuldades na implementação desses planos.
Segundo dados do Sebrae, existem três milhões e meio de MPMEs no Brasil, e entre estas, 1,9 milhões são microempresas. A abertura de empresas nos últimos anos prova que metade delas são de pequeno porte. Infelizmente apenas 30% sobrevivem mais do que cinco anos, embora 45% dos empregos no país sejam absorvidos por estas empresas. No entanto, com relação à criação de renda, há grandes variações dependendo dos setores onde se encontram, locais e até a relação com o mercado externo.
Existem impedimentos nestas empresas que são comuns em empresas de países desenvolvidos e em desenvolvimento, que são máquinas antigas, administração ineficiente e dificuldades na venda. O uso de máquinas antigas se dá pela falta de crédito ao setor. No Brasil existem inúmeras opções de crédito para elas, mas como é obrigatório estar em dia com obrigações fiscais para conseguir o crédito desejado, muitas não conseguem este financiamento.
No exterior, as garantias exigidas são muitas, o que torna inviável a obtenção dos recursos.
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